30/7/09
Em respeito ao amigo Isaac de Barros
Anônimos, frustrados ou covardes mesmo. Ou, talvez, seriam partes diretamente interessadas, até em função do último resultado eleitoral da disputa municipal de 2008. A verdade é que, em nome da justiça e para que se prevaleça a retidão e a ética, saúdo aqui a inteligência e a astúcia do amigo jornalista e irrepreensÃvel tribuno Isaac Duarte de Barros Júnior.
É dele a observação, lúcida e providencial, para que todos os colegas jornalistas - diplomados ou não, jabazeiros de plantão ou pilares da moralidade como alguns se autoproclamam - tenham cautela na divulgação dos passos que norteiam os trabalhos da operação “Owari” que a PolÃcia Federal desenvolve em Dourados. Ainda não existe sentença, portanto não há condenados e, logo, inexistem culpados.
Por que não aguardarmos o desfecho de um processo? Se demorou dois anos, como a própria PF afirma, para a operação “pega-pega”, quem somos nós para querer abreviar ou queimar etapas, e já crucificar quem quer que seja? A polÃcia e a justiça têm suas responsabilidades. Nós temos a função de informar. Em obediência ao que diz a lei. Senão, seremos nós os usurpadores da ordem. E aÃ, definitivamente, estará estabelecido o caos.
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criado por Cl�vis de Oliveira
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