26/1/08
Entre o discurso e a prática a teoria é outra
Às vésperas do Carnaval, a folia começa a dar o toque das cuícas que vão chorar (e, com certeza, não serão só os instrumentos que irão às lágrimas) com mais intensidade a partir de junho, com as definições de candidaturas à sucessão do prefeito Laerte Tetila (PT).
Neste fim de semana, o PDT local, que é a bola da vez com a pré-candidatura do deputado Ari Artuzi, decidiu manter Sérgio Castilho (ex-homem forte de Braz Melo na década de 80 e hoje fiel escudeiro do deputado federal Dagoberto Nogueira) no comando do partido.
Esse indicativo, por si só, não garante a homologação de nomes para a disputa eleitoral de outubro, mas sinaliza que, salvo engano, as lideranças de Campo Grande estão olhando atentamente para o desenrolar das articulações preliminares no Município.
Dagoberto ameaça dividir poderes com o PMDB de André Puccinelli na Capital, o PT "namora" com o PDT por lá e não descarta flertar também por estas bandas… Enquanto isso, Democratas, PSDB, o PPS e as demais legendas aguardam para ver quem vai colocar o pescoço na frente.
Por isso mesmo, a hora é de analisar o que se pretende para uma cidade que se apresenta como futura metrópole, onde tudo que se faz para uma comunidade aproximada de 200 mil habitantes produz reflexos diretos sobre mais de 700 mil pessoas de quase 40 cidades da região.
criado por Cl�vis de Oliveira
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