12/1/07
Recorrendo a Dourados dos tempos do Fedrizzi
Os assinantes do Estadão [jornal O Estado de S. Paulo] e aqueles que cultivam o hábito da informação científica através da revista National Geographic certamente já ouviram falar em Matthew Shirts.
Californiano de nascimento, formado em História, hoje Shirts, ou Mateus para os brasileiros, é cronista do Caderno 2, de cultura, no Estadão, às segundas-feiras. Ele faz parte do time que inclui Arnaldo Jabor, Luís Fernando Veríssimo, Ignácio de Loyola Brandão e Marcelo Rubens Paiva, entre outros que se revezam semanalmente no mesmo espaço.
Mas o que raríssimas pessoas sabem mesmo é que no final de 1976 Matthew morou em Dourados, onde foi hóspede no Grande Hotel, à época dirigido pelo casal Vitório e Ymera Fedrizzi, no local onde hoje funciona a agência central do banco Bradesco, na esquina com a praça Antônio João.
Entre os raríssimos sabedores desse fato eu me incluo, é claro, apesar de ter iniciado atividades naquele mesmo ano, na Rádio Clube. Mas é o próprio cronista quem faz questão de lembrar desses tempos, em artigo publicado na edição do primeiro dia deste ano, quando muita gente ainda estava de ressaca da virada do ano.
Por questão de justiça, é bom lembrar que muita gente boa que veio para Dourados naquela época passou pelo hotel dos Fedrizzi. Entre eles "forasteiros" de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, alguns envolvidos no processo de criação da então Socigran [hoje, Unigran] e da Embrapa, fortes segmentos de geração tecnológica que também nasceram em 1976.
criado por Cl�vis de Oliveira
22:10:00 — Arquivado em: 

Ótima lembrança. Vitório e Ymera, por sinal pais de Adriana que é esposa do Raufi Marques. Eles que participaram de forma efetiva de muitos acontecimentos, dando significativa contribuição com o desenvolvimento de Dourados, sobretudo nas áreas de cultura e social.
O personagem citado é também grande amigo do cardeal Antonio Tonani, diretor presidente da rádio Grande FM.
Comentário por ZÉ GARRUCHA — 2007-01-13 @ 11:31:15
É isso aí Zé Garrucha, o Clóvis tá comendo milho, digo… “jabá”, na mão do Raufi.
O blogueiro Clóvis resolveu pautar e destacar o Raufi Marques para a política local.
Já é o terceiro texto no Blog que ele cita o fulaninho.
Vá enganar trouxa jornalista.
(basta ver os posts anteriores):
05.12.06 - 22:11:41 . criado por Clóvis de Oliveira - “Zeca no Paraguai é igual a Raufi em Dourados?”
02.12.06 - 21:41:52 . criado por Clóvis de Oliveira - “Raufi Marques, perfil e estilo de candidato a 2008″
Comentário por Netto — 2007-01-13 @ 15:51:37
Será que o cumunista de carteirinha está portráz do balão de ensaio Raufi? bem, acredito que ele é capáz disso mesmo, mas será que o povo engole essa podridão? Chega de maus elementos no comando da política douradense.
Comentário por Xavier — 2007-01-13 @ 21:59:08
Xavier e Netto, desculpem-me, mas vcs definitivamente estão pisando na maionese. O Clóvis está citando um renomado jornalista que viveu em Dourados, tá abordando o Grande Hotel - que inegavelmente faz parte da história de Dourados. Será que vcs sabem pq gabrito cága redondo? não???
O Clóvis é um jornalista independente e um dos mais sérios que conheci. Temos bons jornalistas e destaco o Clóvis e o Néres como os meus preferidos, mas Dourados tem outros que são ótimos. Acho uma insensatez e uma indelicadeza brutal, chocante e absolutamente injustificável, criticar de graça uma pessoa tão educada como o Clóvis de Oliveira. Minha solidariedade ao jornalista e meu repúdio aos dois que o criticaram, não pelo fato de criticarem, mas pelo fato da crítica ser injusta.
Comentário por LUIZ CARLOS GREMISTA — 2007-01-14 @ 11:11:31
Corretíssimos, Netto e Xavier!
Se vocês estão aqui é porque já aprenderam a identificar certas coisas. O isentismo é a forma mais nefasta do jornalismo petralha. O PT pauta, e os isentos saem por aí reproduzindo nos blogs e no noticiário on line. Depois, caso a coisa dê errado, é só noticiar o contrário.
Tenho minhas preferências e não me escondo no isentismo canalha. Mas não sou militante partidário. Quem tem de dizer palavras otimistas sobre a candidatura e, se for o caso, quebrar o pau é gente como o aspirante a candidato, por exemplo.
A casa caiu mais uma vez, Clóvis. Todos sabem que a sobrevivência do seu site é (e foi mais ainda nos governos sob petismo) dependente de verbas oficiais, carimbadas ou não… e aí como fica o tal “isentismo”?
Comentário por Dagmar — 2007-01-14 @ 11:31:06
Comecei a ler o assunto ácima e voltei ao passados quando tinha 05 anos de idade e morava na Rua Natal no antigo Grande Jardim Ouro Verde e hoje Guanabara. Lembrei do Jorge Antonio dono da Rádio Clube onde ele citava ás vezes o nome do Grande Hotel, esquina da João Cândido da Câmara com Joaquim T. Alves onde mandava alô e abraços para o casal Vitório e Ymera Fedrizzi
. Voltei ao passado por alguns instantes, vale ápena relembrar coisas boas.
Me perdoe caro blogueiro Netto.Deixa de ser incoerente, o Clóvis lá tem culpa do casal dono do hotel hoje ser pai da esposa do Raufi?
Tenha santa paciência, meu, você só pensa em jabá, você deve ter vindo do Norte para ter tanto nojo de jabá assim.
Com certeza você não é Douradense, vai catar coquinho meu caro.
Comentário por Izomar Galeano — 2007-01-14 @ 12:02:29
O debate é algo salutar e extremamente válido em todos os sentidos, pois nos proporciona a proximação do equilíbrio, ajuda a esclarecer as dúvidas e a equacionar os problemas. Agora o que não posso concordar, é se alguém tem alguma pendência no campo pessoal e todas as ferramentas, mesmo aquelas não convencionais e nem éticas para detonar seu desafeto.
É inconsebível as agressões apresentadas por dois bloguistas contra o tiular do blog. Analisando o texto do Clóvis, onde o mesmo cita fato da história de Dourados e o que escreveu um colunista do Estado de São Paulo, só posso concluir que a questão é de ordem pessoal. Ele cita um acontecimento e é criticado por algo que não tem nada a ver.
Comentário por RAMON ACÁCIO XIMENEZ — 2007-01-14 @ 12:36:13
Bloguistas criticam jornalista, por afirmar que sua empresa divulga fatos oficiais e recebe por isso. Prá quem não sabe, os órgãos públicos dispõem de verbas defidamente colocadas no orçamento para divulgação dos atos e as notícias de interesse dos poderes. Ou será que a rede Globo, a revista veja, sbt, Record, revista época ou qualquer outro veículo divulga de graça as notícias dos governos? Isto é absolutamente legal. O Douradosnews, a TV Morena, jornal O Progresso, Diário MS, Rádio Cidade FM, Grande FM ou qualquer outro veículo tem despesas e nada mais justo que cobrar (também) dos poderes constituídos por fazer veicular as notas de divulgação. Não quer dizer, que o veículo por divulgar as campanhas publicitárias, estejam reféns ou precisem mentir para o seu público. Absolutamente! nunca devemos misturar “alho com bugalho”. Se receber por ceder seu espaço publicitário sigfinicar estar vendendo sua independência, nem o New York Times, The Gardian, Woshington Post, Le quipe, The Indepent ou qualquer outro grande órgão de imprensa do mundo, nunca foi e nunca será indepente. Prá falar precisa conhecer como funcionam as coisas.
Comentário por ANTONIO BENTO DE FREITAS — 2007-01-14 @ 13:55:44
Vamos aos fatos:
Já é o terceiro texto no Blog que ele cita (ou rodeia) o “fulaninho”.
Vá enganar trouxa, jornalista.
(basta ver os posts anteriores também):
05.12.06 - 22:11:41 . criado por Clóvis de Oliveira - “Zeca no Paraguai é igual a Raufi em Dourados?”
02.12.06 - 21:41:52 . criado por Clóvis de Oliveira - “Raufi Marques, perfil e estilo de candidato a 2008″
* Em tempo: Raufi era uma espécie de Zé Malaco Dirceu do Zéquismo. É bom lembrar!
*** Ahhhh…. Se o Primo Fioravante estivesse vivo… as pedras estariam em outro lugar no tabuleiro.
Comentário por Fialho — 2007-01-14 @ 14:09:21
Caro Luiz Carlos, gremista? Tinha que ser mesmo, claro que relembrar é muito importante um fato recente foi o remenber do nosso amigo Rubão, como é conhecido, mas entre um fato e outro as evidências são claras, esta me parecendo que tem alguém querendo criar o Raufismo, e isso é ruin para a nossa cidade, qto ao Clóvis barbinha quem não o conhece? Todos sabem qual as tendências dele, sr Lulu niguém esta pisando em maionese, é que parece que essa idéia de impor güela-baixo certas figurinhas carimbadas que todos já conhecem o comportamento é claro, por isso volto a repetir tenham amor a Dourados pensem em pessoas sérias para guiar os destinos da mesma. Ufa
Comentário por Xavier — 2007-01-14 @ 20:49:40
Até parece que o XAVIER é o dono da verdade.
Verdade?
Que verdade?
Deve ser como melancia. Verde por fora e vermelho por dentro.
Iáiáiáiáiáiá
Comentário por AZEITONA — 2007-01-15 @ 07:49:19
Sujeito esclarecido este “Antonio Bento de Freitas”. Lê tudo e mais um pouco o cara. Interessante como esses pretensos candidatos têm a pachorra de pagar asceclas para ficarem fazendo perorações a respeito de A ou B. Por isso, sou Zé do Itahum pra prefeito e não abro, com o Ferrinho de vice. É o que Dourados merece.
Comentário por Tiriba — 2007-01-15 @ 08:44:57
O Azeitona! Você até parece que conhece o Xavier né? Mas eu concordo com ele em parte dos comentários, pois eu como douradense também sonho com uma cidade bem administrada e em pleno desenvolvimento, mas, tem uns babacas por aí que que só vivem mamando na teta da barrosa, e tem medo que a teta séque por isso fica puchando o saco de aprendizes de valériusducto e zés dirceus.
Comentário por Jango — 2007-01-15 @ 09:27:07
Sei não. Aqui neste blog os internautas falam tanto em Raufi Marques, Ari Artuzi, João Grandão, George Takimoto, Marçal Filho, Humberto Teixeira, Bela Barros, Braz Melo, Antonio Néres, inclusive o nome do Murilo Zauith para prefeito em 2008. Mas, francamente, fico com este último, o Murilo, que merece e tem todas as condições de mudar Dourados para melhor, tirar o município de décadas de paralisia.
Comentário por ZÉ DO ITAHUM — 2007-01-15 @ 12:15:19
Defendo que o exercío da cidadania faz-se necessário em todos os sentidos. Precisamos de cidadãos conscientes e com visão críticas das coisas. As quatro vertentes da cidadania que são: o cidadão contribuinte, cidadão eleitor, cidadão morador e cidadão consumidor, são os pilares que dão sustentação a base de uma sociedade melhor. Exercitá-las dentro dos princípios pautados pela ética, constitui importante fator de equilíbrio e de abrangência dos horizontes. Dentro desta análise é que defendo a particiçaõ das pessoas nas discussões dos mais diversos assuntos. Este blog, a exemplo de outros dá a oportunidade de opinarmos sobre os assuntos, até aí tudo bem, mas o que me causa preocupação em relação ao nosso futuro, são alguns comentários que colocam aqui. As pessoas usam o espaço para detonar seus desafetos, fogem da temática colocada e demonstram um nível cultural muito baixo. Vamos estudar mais, leiam bons livros, jornais e revistas, um bom filme também é importante. O futuro de Dourados, depende demais de seu povo e com um nível cultural tão baixo, vai ser difícil a gente entrar nos trilhos. Se todos seguissem o exemplo do meu pai, acho que o nosso futuro seria mais condizente com os nossos sonhos e as nossas aspirações. Desculpem o desabafo!
Comentário por THIAGO NÉRES — 2007-01-15 @ 12:57:46
É Neres… Desta vez, o Clóvis foi pego fazendo parte do “joguinho”. Decepção… inclusive para a “catiguria”, né?
Comentário por Dionísio — 2007-01-15 @ 13:48:21
É, o irmãozinho é bastante letrado, ele já foi em Roma até na copa, ele perfeito irmãozinho, perfeito. Hó Nerez!
Comentário por Juca — 2007-01-15 @ 17:40:59
Pelo jeito tem saite a venda na cidade ! Pelo jabá mal desfarçado, pode ser.
Dourados, para recuperar o tempo perdido com os PTralhas, só mesmo i SuperHomem para prefeito.
No PT só tem periquito que fala muito e não trabalha.
Comentário por Carlão — 2007-01-15 @ 20:40:38
AÍ GALERA !!!!!!
Um Super Homem para comandar a prefeitura só pode ser o nosso querido MURILO ZAUITH.
Comentário por ZÉ DO ITAHUM — 2007-01-16 @ 07:35:57
Hô Zé do Itahum, troque de assunto um pouco, ou, vire o disco que é melhor, o CD é pirata não roda direito.
Comentário por Mauricio — 2007-01-16 @ 09:54:32
Puxa, pelo que conheço o Clóvis, está levando “PAU” sem merecer, se realmente tivesse fazendo campanha antecipada para o Raufi e PetistaS do momento, com certeza seu Jornal Virtual e outros meios de imprensa teria sigo pago antes do dia 31 passado pelo Governo Zeca, e olha que era o Raufi quem mandava no dinheiro.
A Prefeitura de Dourados também deve não só para os jornais, mais também para vários órgão de imprensa de Dourados. Pelo que sei não é “JABÁ” não, é serviço prestado mesmo.
Raufi? Paga a Imprensa agora de seu bolso, mas primeiro pague o DouradosNews do Clóvis e da Andréia.
O Clóvis não merece levar PAU, e como disse um participante do Blog lá atrás. O Clóvis não tem culpa do Casal FREDIZZI ser hoje parente ou sei lá sogros do Raufi Marques.
Mas defendo para candidato á prefeito de Dourados: Ary Artuzzi, aí vamos ficar todos “EU TÔ DOIDO, EU TÔ DOIDO”. Mas nossa Dourados vai ter um prefeito trabalhador. dia desse na Rádio 101 ele meteu o cacete no Prefeito Tetila e até no Presidente de seu partido Marçal Filho do PMDB. Esse é o homem que Dourados precisa. E olha que não votei nele para Deputado não.
Comentário por Diogo Alencar — 2007-01-16 @ 17:43:33
Ao fatos, … aos fatos!
Clóvis forçou, sim!
Comentário por Deise — 2007-01-16 @ 19:40:06
Clóvis,
o Matthew Shirts não era propriamente um hóspede do hotel. Ele era adolescente, e veio para Dourados em um intercâmbio. Os Fedrizzi eram a família brasileira dele.
Comentário por Luiza Vasconcelos — 2007-01-17 @ 07:13:39
Obrigado pela contribuição, professora. E seja bem vinda entre os bloguistas que podem contribuir para a elevação do nível do debate proposto neste espaço.
Comentário por clóvis de oliveira — 2007-01-17 @ 07:39:04
Mundo cão este. Ser criticado por ter citado um fato histórico e alguma besta achar que isso tem algo de “fato político” é o fim da picada. Se eu fosse o Clóvis mandava este povo todo para aquele lugar. Será que contar que a Mariazinha tinha uma zona em Dourados onde muitas mães de certas pessoas faziam graça sem os pais saber, pode ?
Comentário por Zé Goré — 2007-01-19 @ 15:05:35
Ao fatos, … aos fatos!
Clóvis forçou, sim!
Comentário por Deise — 2007-01-20 @ 17:17:09
Grande Hotel. Bons tempos do Grupo Escolar Joaquim Murtinho. Acho que era assim o nome da escola em 1968. Poeirinha fina e vermelha em 7 de setembro e nós desfilando na Marcelino Pires, na época cascalhada. No estacionamento do Bradesco tinha também uma padaria, onde comprávamos “cambitos”, um tipo de biscoito alongado. Valeu a lembrança, Clóvis. Bem que merecia uma foto (em p&b, claro)!
Comentário por Ademir Freitas Machado — 2007-01-20 @ 23:02:02
Façam-me o favor. Quer dizer que não se pode relembrar de nenhum fato histórico que envolvam a família Fedrizzi: Bailes no Clube Social, Restaurante Palmeiras (charmoso) e Grande Hotel, nem pensar?…
Clóvis, o meu abraço.
Helena Marques
Comentário por Helena Marques — 2007-03-6 @ 12:38:08